É por abanarmos nossas mãos no ar, é por acenarmos aos outros com fervor suplicante, e é por ficarem assim, nossas mãos, ao sabor do vento, que o fogo brando que as aquecia incendiou nosso corpo.
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É por abanarmos nossas mãos no ar, é por acenarmos aos outros com fervor suplicante, e é por ficarem assim, nossas mãos, ao sabor do vento, que o fogo brando que as aquecia incendiou nosso corpo.
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